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Primeira-ministra britânica promete “mão-de-ferro” nas contas públicas para acalmar os mercados (e o mundo)

Liz Truss
Liz Truss
DANIEL LEAL

Semana difícil para o governo britânico culmina com protestos, greve e primeira-ministra, ministro das Finanças e ministro da Habitação a defenderem o plano de estímulo à economia

O Reino Unido vive uma situação sem precedentes. Um grande culpado: Putin. O Governo decidiu agir. O percurso não é fácil, não é popular, mas é a rota escolhida. E é ela que vai pôr o país no caminho certo: este é o resumo comum aos dois textos que a primeira-ministra britânica, Liz Truss, por um lado, e o ministro das Finanças, Kwasi Kwarteng, por outro, publicaram este sábado, 1 de outubro, na imprensa inglesa. Também o ministro da Habitação falou este sábado a defender a ação governamental.

Textos que não impediram a renovação da tensão que se vive no Reino Unido desde há meses, e que é este sábado marcado por greves nos serviços ferroviários, e por protestos nas ruas. Isto depois de um novo aviso de uma agência de rating, desta vez a S&P, e após as críticas feitas pelo Fundo Monetário Internacional ao plano apresentado pelo Governo e a necessidade de intervenção nos mercados pelo Banco de Inglaterra. Sem esquecer a descida da libra aos valores mais baixos de sempre no câmbio com o dólar.

Uma semana difícil que o Financial Times descreve como “os sete dias que chocaram o Reino Unido”, que acaba até com o ministro das Finanças a ser confundido numa fotografia publicada num dos jornais britânicos.

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