A leitura dos escândalos que abalam a América Latina por estes dias é simples e perversa: políticos usam o privilégio do poder para ficarem com vacinas que pertencem, por ordem de prioridade, ao pessoal da saúde e aos idosos. Assim os poderosos salvam as suas vidas e a dos seus parentes, mas retiram o escudo de proteção aos mais vulneráveis e a quem está na linha de frente do combate à pandemia.
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