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Boris Johnson acha “esplêndido” que Angola queira juntar-se à Commonwealth

Hannah Mckay~/ Reuters

Já na semana passada, em entrevista à Euronews, o Presidente angolano João Lourenço manifestara interesse em juntar-se a esta comunidade

Helena Bento

Helena Bento

Jornalista

“Esplêndido que Angola queira juntar-se à família da Commonwealth”, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Boris Johnson, na sua conta na rede social Twitter, confirmando assim a intenção de Angola de pedir adesão à comunidade que junta os países de língua inglesa.

O anúncio não surpreende sobretudo se se tiver em conta que, já numa entrevista à Euronews, no primeiro dia de junho, João Lourenço manifestara interesse em juntar-se àquela comunidade. “Angola está cercada, não por países lusófonos mas por países francófonos e anglófonos. Não se admirem, portanto, que estejamos a pedir agora a adesão à francofonia e que daqui a uns dias estejamos a pedir também a adesão à Commonwealth”, afirmou na altura o Presidente angolano.

No Twitter, o ministro britânico louvou ainda o “esforço do presidente [João] Lourenço por uma reforma a longo prazo contra a corrupção e pela melhoria dos direitos humanos” e disse esperar “saudá-lo em breve” no Reino Unido.

Moçambique faz parte da Commonweath há mais de 20 anos, assim como o Ruanda e outros 51 países que tiveram, na sua maioria, uma ligação colonial com o Reino Unido. Cabo Verde e a Guiné fazem parte Organização Internacional da Francofonia.