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TAP: Prémio "milionário" da CEO foi forma de compensar salário 30% abaixo do antecessor

TAP: Prémio "milionário" da CEO foi forma de compensar salário 30% abaixo do antecessor
PATRICIA DE MELO MOREIRA

Christine Ourmières-Widener acordou um bónus de até 3 milhões de euros como compensação de uma remuneração anual cerca de 250 mil euros abaixo do Antonoaldo Neves. Assinatura do contrato de gestão atrasou-se por causa do plano de reestruturação, e agora espera luz verde das Finanças

A presidente da TAP assinou o contrato a 8 de junho de 2021, meio ano antes do plano de reestruturação ter sido aprovado em Bruxelas, e essa foi uma das razões para o acordo de Christine Ourmières-Widener não ter sido formalizado pelo Ministério das Finanças, soube o Expresso.

O plano de reestruturação da TAP só foi aprovado em dezembro de 2021, e só nessa altura poderia ser assinado o contrato de gestão, onde ficam definidas as metas e métricas a atingir para poder ser atribuído um prémio de gestão. Ou seja, na altura ficou decidido que a parte variável da remuneração da gestora teria de aguardar a aprovação do plano de reestruturação.

O polemico bónus de até 3 milhões de euros surgiu como forma de compensá-la pela diferença salarial face ao seu antecessor, Atonoaldo Neves, que ganhava mais 250 mil euros anuais.

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