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Durão Barroso: "PEC português é ambicioso, mas credível"

15.03.2010 às 11h46

O presidente da Comissão Europeia aprova o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) português, tal como o Expresso avançou no sábado, e defende um consenso nacional "tão vasto quanto possível". (Veja vídeo SIC no final do texto)

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, considerou hoje o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) um documento "credível" e apelou a um consenso nacional "tão vasto quanto possível".   "A nossa primeira análise confirma que se trata de um documento credível. Esperamos agora que seja posta determinação na sua execução e que haja um consenso tão vasto quanto possível nessa mesma execução", declarou Durão Barroso aos jornalistas, no final de uma sessão sobre o Tratado de Lisboa.   "Para reforçar a credibilidade do Programa é importante que se saiba, nomeadamente no plano internacional, que aquelas medidas não são apenas da vontade deste ou daquele Governo, deste ou daquele partido, mas que são medidas apoiadas no esforço nacional", acrescentou. 

 

Apelo ao consenso nacional 

"No momento económico e financeiro como aquele que vivemos, para a execução de um programa deste tipo é vantajoso que haja um determinado consenso nacional, tão vasto quanto possível".    Embora o PEC ainda não tenha sido apresentado, Durão Barroso diz que a Comissão Europeia conhece as "bases" do documento, considerando-o "ambicioso, mas exequível".    "Desejamos agora que o Governo português aplique com determinação aquelas medidas, pois são necessárias para a sustentabilidade económica e financeira e Portugal".    Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar, a partir de amanhã, o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.