Taxa de inflação nos países da OCDE caiu em março para 7,7%
A taxa de inflação nos 38 países da OCDE recuou para 7,7% em março, contra 8,8% em fevereiro. O ritmo de subida dos preços da energia caiu em 36 dos 38 países
A taxa de inflação nos 38 países da OCDE recuou para 7,7% em março, contra 8,8% em fevereiro. O ritmo de subida dos preços da energia caiu em 36 dos 38 países
A taxa de inflação nos 38 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) abrandou para os 7,7% em março, face aos 8,8% registados em fevereiro, anunciou a instituição esta quinta-feira.
Assim, a inflação desce para o nível em que estava em fevereiro de 2022, antes da guerra na Ucrânia.
A descida foi generalizada, sendo que, entre os 38 países membros da instituição, registaram-se 34 quedas na taxa de inflação.
As taxas mais baixas foram registadas no Japão, Luxemburgo, em Espanha e na Suíça (menos de 4%) e as mais altas na Hungria e na Turquia (ambas com valores acima dos 20%).
Em Portugal, segundo o Instituto Nacional de Estatística, a inflação em março foi de 7,4% (entretanto, os números mais recentes, apontam para um descida para 5,7% em abril).
A taxa de inflação dos produtos energéticos “caiu acentuadamente para 1,3% em março de 2023, contra 11,9% em fevereiro”, detalhou a organização. O ritmo de subida dos preços da energia caiu em 36 dos 38 países da OCDE e chegou mesmo a atingir valores negativos em 13 países.
Já a inflação dos produtos alimentares continua nos dois dígitos, ainda que tenha caído pelo quarto mês consecutivo, para 14% (14,9% em fevereiro).
Excluindo os produtos alimentares e a energia, a inflação da OCDE “manteve-se globalmente estável em 7,2%”.
Nas sete maiores economias globais, denominadas como G7, a inflação abrandou para os 5,4% em março, menos 1 ponto que o registado em fevereiro.
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