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Aumentos, carreiras, subsídio de refeição, avaliação dos funcionários públicos: como se fechou mais um acordo que parecia (quase) impossível

Aumentos, carreiras, subsídio de refeição, avaliação dos funcionários públicos: como se fechou mais um acordo que parecia (quase) impossível
JOSÉ SENA GOULÃO/ LUSA

Subida de 104 euros (ou mais) nos salários de assistentes técnicos e técnicos superiores já em 2023, prémio de antiguidade para assistentes operacionais, com início no próximo ano, aumento imediato do subsídio de refeição e revisão de carreiras e do sistema de avaliação de desempenho, são pontos que fizeram a diferença

Quando Governo e sindicatos da função pública arrancaram o processo de negociação para o próximo ano, no início de outubro, um acordo parecia (quase impossível). As diversas estruturas que representam os trabalhadores da Administração Pública (AP) exigiam aumentos de mais de 7% e até 10%, e o Executivo começou por apontar, pela voz de António Costa, para o referencial de 2%, abrindo depois a porta a uma valorização superior, até à casa dos 5%, na linha do previsto no acordo de rendimentos e competitividade. Mas, esta segunda-feira, foi assinado um acordo plurianual de valorização salarial dos trabalhadores da Administração Pública entre o Governo e a FESAP e o STE - ambos afetos à UGT, com a presença do primeiro-ministro. Já a Frente Comum - afeta à CGTP - fica de fora e tece muitas críticas não só ao acordo, como à forma como foi negociado, falando em processo pouco transparente.

Como foi possível chegar aqui? O Expresso lembra os vários passos que fizeram a diferença.

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