Economia

Brasileiros compram metade das casas em Belas

9 março 2019 19:00

Conceição Antunes

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Jornalista

Nuno Botelho

Nuno Botelho

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Fotojornalista

Aroldo Schultz, dono de um operador turístico no Brasil, mudou com a família para Portugal, onde já abriu duas empresas. “Infelizmente, no Brasil, não se pode viver numa casa como esta, mesmo num condomínio fechado há o perigo de assalto ou sequestro. É uma alegria viver em tranquilidade”

Residências. Empreendimento do grupo Jordan aposta cada vez mais num mercado que vem viver para Portugal por razões de segurança

9 março 2019 19:00

Conceição Antunes

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Nuno Botelho

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Continua a liderar o seu negócio no Brasil (o operador turístico Shultz, que movimenta 20 mil passageiros por mês), a diferença é que o faz a partir de Portugal, onde comprou uma casa e há quatro anos veio viver com a família. “A qualquer momento falo com os meus diretores por Skype, estamos habituados a lidar com tecnologia. Estou em Portugal, mas trato de tudo como se estivesse no Brasil”, garante Aroldo Shultz, que tem uma vida empresarial estabelecida e duas filhas a estudar em Portugal. “São adolescentes, e eu queria algo mais seguro para elas. A situação no Brasil esteve péssima nos últimos anos e viver num país inseguro é muito ruim”.

Aroldo Schultz é um exemplo entre as 40 famílias brasileiras que compraram casa no Belas Clube de Campo, empreendimento do grupo André Jordan no concelho de Sintra, que se promove por ter acessos que permitem chegar ao centro de Lisboa em 15 minutos. Os brasileiros destacaram-se por terem adquirido 50% das residências construídas na nova fase do complexo, designada de Lisbon Green Valley — e rapidamente ascenderam ao primeiro lugar entre os compradores de casas no empreendimento, numa lista que integra 27 nacionalidades, além de belgas, franceses, britânicos, alemães, russos ou iranianos e dos próprios portugueses.

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