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Portugal fecha 2018 a crescer ao ritmo mais baixo desde 2016

A greve dos estivadores do Porto de Setúbal reteve no país milhares de veículos fabricados em Portugal

RAFAEL MARCHANTE/reuters

PIB. Economistas ouvidos pelo Expresso apontam para um aumento homólogo de 1,7% no último trimestre. Média anual não terá ido além dos 2,1%

Os sinais de abrandamento vinham a multiplicar-se e terão culminado num crescimento bem abaixo da barreira simbólica dos 2%. É essa a previsão dos economistas ouvidos pelo Expresso sobre o comportamento da economia portuguesa nos últimos três meses de 2018, antecipando os números oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE), que divulga a sua estimativa rápida a 14 de fevereiro.

Os níveis de pessimismo sobre a perda de fulgor do Produto Interno Bruto (PIB) variam, mas as projeções do BPI, do Católica Lisbon Forecasting Lab, do Grupo de Análise Económica do Instituto Superior de Economia e Gestão, do Millennium bcp e do Santander Totta têm uma nota em comum: todas apontam para um arrefecimento. E que começa a refletir-se num menor dinamismo no mercado de trabalho.

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