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21 empregos do futuro

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Já ouviu falar de auditores de falhas de algoritmos? E de arquitetos de estádios digitais ou de vigilantes de cibercalamidades? Fazem todos parte de um leque de profissões que a tecnologia está a tornar essenciais. A tecnológica americana Cognizant identificou um conjunto de novas carreiras que parecendo extraídas de um filme de ficção científica poderão ser reais já em 2029.

Catia Mateus

Catia Mateus

Jornalista

Numa era em que os dados são apontados como o novo petróleo, geri-los tornou-se vital para qualquer empresa, sobretudo os dados considerados inúteis. Aqueles que estão lá, não são utilizados há mais de um ano, mas nem por isso deixam de ser válidos. A tendência futura das empresas é para recrutarem engenheiros capazes de assegurar a gestão eficaz dos seus dados, alimentando os algoritmos com informação que permita melhorar a qualidade dos dados armazenada e aumentar a quantidade de informação essencial ao negócio. A função requer grande rigor analítico e conhecimentos estatísticos. O objetivo final é transformar os dados aparentemente inúteis em informação valiosa para o negócio.

Já se fala deles, mas no futuro o seu papel será ainda mais determinante. Parte da sua missão passa por identificar e combater ciberataques a organismos públicos e entidades privadas. Para seguir esta carreira será necessário um excelente conhecimento do mundo do cibercrime e das ferramentas utilizadas pelos cibercriminosos. Além de sólidas competências técnicas na área da programação e desenvolvimento, aos agentes de cibercrime são exigidas excelentes capacidades de comunicação e trabalho em equipa já que terão de cooperar com outras forças de segurança.

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