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António Mota: “Os preços estão esmagados”

O presidente da Mota-Engil diz que a indústria continua sobredimensionada

RUI DUARTE SILVA

Há retoma no sector da construção em 2019, mas a capacidade instalada é excessiva para as obras existentes

Há um ano, António Mota, patrão da Mota-Engil, manifestava ao Expresso confiança na retoma da indústria em 2019 pela conjugação do dinamismo da componente privada que, então, já se verificava com um novo fôlego na obra pública. A leitura permanece válida? “Sim, estão reunidas todas as condições para ser um ano de retoma. O aeroporto de Lisboa, a expansão dos metros, os novos hospitais de Lisboa e Funchal vão avançar e na ferrovia os concursos já foram lançados”, responde o empresário que dirige o maior conglomerado português da construção.

Como a promoção residencial e o investimento privado permanecem em alta, “o sector vai ter em 2019 um ano de recuperação”. Nos anos seguintes, o desempenho depende dos resultados das eleições. “O que for adjudicado até lá será cumprido. Depois, depende da fórmula governativa e da existência de dinheiro disponível. O ambiente internacional e os fundos europeus também são variáveis a ter em conta”, acrescenta o industrial.

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