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Tecnologia dita futuro do negócio na advocacia

Não foram destronados pela concorrência estrangeira, superaram (com dor) a crise e, agora, os três maiores escritórios de advogados de Portugal não querem que a tecnologia seja o seu calcanhar de Aquiles

Ilustração Helder Oliveira


O negócio dos três maiores escritórios de advogados do país, Morais Leitão, PLMJ e Vieira de Almeida (VdA), soma e segue. Na última década, o crescimento foi notório e revela o aumento da procura por serviços jurídicos: hoje empregam 805 advogados, num total de 1223 trabalhadores. No caso da VdA, o número de advogados quase duplicou, na PLMJ há mais 101 advogados do que em 2008 e na Morais Leitão os recursos humanos aumentaram 30%. Somam dezenas de prémios nacionais e internacionais.

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