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“Agora tudo parte de novo do zero”. Demissão da sucessora de Merkel abre tempos difíceis para a democracia

10.02.2020 às 18h49

A fragmentação do partido democrata-cristão pode ajudar a perder eleitorado para a extrema-direita. A demissão da líder, Annegret Kramp-Karrenbauer, deixa a CDU sem candidato à chancelaria em 2021 e mergulha o partido num dos momentos mais delicados da sua história

Cristina Peres

Cristina Peres

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Jornalista de Internacional

Annegret Kramp-Karrenbauer disse adeus à liderança da CDU e à possibilidade de ser a próxima chanceler alemã

Reuters

A dupla demissão de Annegret Kramp-Karrenbauer esta segunda-feira de manhã, anunciada durante a reunião da presidência da União Democrata Cristã (CDU, em Berlim, está a dividir as hostes. AKK, como é designada pelos media, deixa de ser a candidata democrata-cristã à chancelaria e abandona a liderança do partido quando terminar uma série de funções que lhe cabem, entre as quais se conta a preparação da candidatura do novo líder à chancelaria.

Há quem tire o chapéu à mulher que assumiu a direção do partido em dezembro de 2018, como escreve na sua conta de Twitter esta manhã o ex-secretário-geral da CDU Ruprecht Polenz: “Chapeau,@AKK”.

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