Diário

Burnout afeta a vida de 96% dos millennials. Mais de metade já faltou ao trabalho por esgotamento

62% dos millennials dizem-se pressionados para estar sempre contactáveis

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Novo estudo sobre burnout alerta para riscos entre os profissionais mais jovens. 75% dos millennials dizem-se mentalmente exaustos.

8 julho 2019 18:02

Cátia Mateus

Cátia Mateus

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Jornalista

Em Maio deste ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu o burnout (esgotamento profissional) na categoria de doenças profissionais, caracterizando a doença como a síndrome resultante de stressee laboral crónico que não foi corretamente gerido. Resultado de contextos de trabalho altamente competitivos e concorrenciais, o fenómeno tem vindo a ganhar escala a nível global e está a registar níveis preocupantes entre as gerações de profissionais mais jovens. Um estudo global divulgado pelo centro de investigação Yellowbrick, que se dedica ao estudo de patologias do foro da psiquiatria, revela que 53% dos millennials já faltaram ao trabalho por situações de burnout.

Cansaço extremo e falta de energia permanente; depressão, ansiedade ou progressivo distanciamento das questões laborais e quebra de produtividade são três das características utilizadas pela OMS para delimitar o conceito de burnout. As situações de stresse ou esgotamento profissional respondem, segundo as contas da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Trabalho, por 50% a 60% do absentismo laboral nas empresas europeias.

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