Diário

Pode um robô ser a resposta para a desmotivação escolar dos jovens? A Teckies diz que sim

19 fevereiro 2019 18:16

Cátia Mateus

Cátia Mateus

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Jornalista

Patrick Götz, 44 anos, investiu €50 mil na criação da Teckies. O projeto está agora a entrar nas primeiras escolas em Portugal

antónio pedro ferreira

Patrick Götz escolheu Portugal para revolucionar a forma como se ensina e aprende nas escolas. O empreendedor lançou a Teckies e está a colocar robôs nas salas de aula das escolas portuguesas para ajudar os professores a ensinar de forma mais apelativa e inovadora

19 fevereiro 2019 18:16

Cátia Mateus

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Jornalista

Trocou uma carreira internacional pelo sonho de desenvolver um projeto que lhe permitisse trabalhar com crianças e combater a inércia do que considera um “modelo de ensino que não mudou significativamente nos últimos 50 anos”. Patrick Götz coloca robôs nas escolas. As máquinas não substituem os docentes mas trabalham com eles, em equipa, para ajudar a resolver um dos maiores problemas do ensino atual: “a falta de entusiasmo sentida por muitas crianças relativamente à escola, que se traduz numa elevada taxa de abandono escolar”.

Além do ensino das matérias, “as escolas deveriam preparar e desenvolver os alunos nas competências que os diferenciam das máquinas e dos robôs”, defende Patrick Götz, acrescentando que “existem, de facto, algumas iniciativas pontuais neste sentido, mas não são suficientemente transformadoras”. No entender do gestor, as escolas deveriam apoiar os alunos no desenvolvimento das qualificações que os tornam “mais humanos” e os diferenciam das máquinas. Qualificações como o pensamento crítico, a resolução de problemas complexos, a criatividade, comunicação e espírito colaborativo. “Acredito que só desenvolvendo estas competências é que as crianças de hoje poderão triunfar no mundo tecnológico do futuro”, explica.

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