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Regresso do Estado à REN recolhe apoios da esquerda à direita

Em 2016 Portugal e o Reino Unido eram os únicos países europeus com as redes energéticas totalmente privatizadas

José Carlos Carvalho

O PSD tem “as maiores reservas” sobre a reentrada do Estado na REN, que, pelo contrário, é bem vista no PS e no CDS, num momento em que o Bloco de Esquerda e o PCP continuam a exigir o controlo efetivo da rede elétrica

Miguel Prado

Miguel Prado

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Jornalista

A possibilidade de o Estado voltar a ter uma participação na REN - Redes Energéticas Nacionais, que o Governo está a estudar há várias semanas, conforme o Expresso revelou no último sábado, é um cenário que recolhe apoios de vários partidos com assento parlamentar, da esquerda à direita. Uma hipótese que, entre os deputados de várias cores políticas, apenas é reprovada pelo PSD.

Como o Expresso adiantou este fim de semana, o Governo está a estudar a possibilidade de o Estado voltar à REN e uma das hipóteses levantadas foi a da aquisição da participação da Oman Oil, que atualmente tem 12%. Uma posição que hoje, a preços de mercado, custaria ao Estado mais de 200 milhões de euros (a capitalização bolsista total da REN é de 1,7 mil milhões de euros).

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