Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Roménia inaugura presidência da União Europeia. Mas estará preparada?

epa

A tensão política na Roménia, que inaugurou esta quinta-feira a sua presidência da União Europeia, ensombra os próximos seis meses. Com eleições europeias e presidenciais em 2019, Bucareste terá de sobreviver ao confronto partidário interno se quiser concluir os vários dossiers europeus que estão em cima da mesa e ser bem sucedida na liderança das reuniões de ministros em Bruxelas

A capital romena está sob um manto branco da neve, mas na política nacional não há manto que disfarce a tensão. São evidentes as divergências entre o presidente romeno, Klaus Iohannis, de centro-direita, e o governo da socialista Viorica Dăncilă. Esta semana, Iohannis voltou a rejeitar o nome proposto pelo ministro da Justiça para a Direção Nacional Anticorrupção, e escreveu a Dăncilă a explicar as razões para rejeitar também os ministros propostos para os Transportes e o Desenvolvimento, adianta o site de notícias romeno G4media.

Nas últimas horas têm sido também várias as notícias sobre a possibilidade de o Presidente não estar presente esta quinta-feira à noite na cerimónia e no concerto de arranque da presidência romena da UE, que termina no último dia de junho. Uma polémica que o ministro dos Negócios Estrangeiros romeno, Teodor Melescanu, tentou desdramatizar esta quinta-feira perante um grupo de jornalistas que viajou de Bruxelas para Bucareste. “Este ano há eleições europeias, estamos todos mais ou menos em campanha”, disse numa conferência de imprensa em que o Expresso também participou, lembrando ainda que no final do ano há eleições presidenciais.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. Pode usar a app do Expresso - iOS e Android - para descarregar as edições para leitura offline)