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Críticas a Rio ficaram à porta da “aula magna das direitas”

A intervenção de Marques Mendes marcou o primeiro dia: para o PSD, só indiretas

Lusa

De fora, esperavam-se reações à situação interna do PSD. Mas os críticos de Rio foram tímidos e na Culturgest trocaram-se ideias sobre o desgaste do sistema político e o desencantamento dos eleitores. Falou-se na necessidade de mudar a lei eleitoral. Houve apelos para acabar com o "gueto" das juventudes partidárias. E queixas dos mais novos: “No PSD, espetaram-me com dois candidatos com mais de 60 anos…”

Mariana Lima Cunha

Mariana Lima Cunha

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Jornalista

De fora, esperavam-se reações à situação interna do PSD. Mas os críticos de Rio foram tímidos e, na Culturgest, trocaram-se sobretudo ideias sobre o desgaste do sistema político e o desencantamento dos eleitores. Falou-se na necessidade de mudar a lei eleitoral. Houve apelos para acabar com o "gueto" das juventudes partidárias. E queixas dos mais novos: “No PSD, espetaram-me com dois candidatos com mais de 60 anos…”

À hora de início da primeira convenção do Movimento Europa e Liberdade (MEL), que ganhou tração mediática ao longo dos últimos dias por ter sido associada aos críticos de Rui Rio no PSD, a dúvida mantinha-se: seria o evento ‘capturado’ pelos sociais-democratas desalinhados, transformando-se numa espécie de fórum para os descontentes? A resposta não demorou a chegar: tal como a organização desejava, o debate manteve-se sobre ideias e pouco se falou do momento partidário. A crise dos laranjas não alastrou à Culturgest, em Lisboa, onde o debate se decorreu ao longo desta quinta-feira.

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