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Quando a tecnologia quer fintar a biologia: os maiores erros de 2018

O desejo de viver mais e melhor tem levado a tecnologia a ser aplicada à biologia. Mas nem sempre é inócua

Getty Images

São ferramentas que mais parecem saídas de um dos episódios da série distópica de ficção científica “Black Mirror”, cruzando fronteiras éticas e jurídicas. O MIT elegeu os cinco maiores falhanços tecnológicos de 2018. Nós explicamos dois, do universo da biomedicina

Maria João Bourbon

Maria João Bourbon

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Jornalista

Geraram polémica em 2018. Uma no arranque do ano, outra perto do fim. O que têm em comum a tecnologia de manipulação genética CRISPR e o sistema de criopreservação de cérebros da startup Nectome?

Foram escolhidas pela revista “MIT Technology Review” como dois dos maiores falhanços tecnológicos de 2018 e os mentores de ambas acreditam que podem desafiar a biologia, caminhando sobre limites éticos e jurídicos.

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