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As razões que levaram o tribunal a absolver Duarte Lima

Rosalina Ribeiro, ex-companheira do milionário Lúcio Tomé Feteira, foi assassinada a tiro a 7 de dezembro de 2009 nos arredores do Rio de Janeiro

D.R.

Tribunal não conseguiu perceber a razão da transferência de 5,2 milhões de euros da conta de Rosalina Ribeiro para o advogado Duarte Lima. As teorias da defesa e da acusação não puderam ser comprovadas. E na dúvida...

Hugo Franco

Hugo Franco

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Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

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Jornalista de Sociedade

Entre março e maio de 2001, Rosalina Ribeiro, viúva do milionário Lúcio Tomé Feteira, fez cinco transferências bancárias de valores que oscilaram entre os €660 mil e os €2,1 milhões. O ex-companheiro, de 98 anos, com quem partilhava uma conta bancária solidária na UBS da Suíça, tinha morrido quatro meses antes destas movimentações bancárias. As transferências, no total de €5,240.868,05, tiveram como destinatário Domingos Duarte Lima, advogado de Rosalina e também de Feteira.

Este foi o ponto de partida de um dos três casos que envolvem o ex-líder parlamentar da bancada do PSD e cujo desfecho − Duarte Lima foi absolvido esta segunda-feira do crime de abuso de confiança − poderá ajudá-lo no processo do homicídio da ex-cliente, em 2009, no Rio de Janeiro. Isto porque, para a Justiça brasileira, o móbil do crime foi precisamente este montante que Lima se teria recusado a devolver a Rosalina. E que, perante a ameaça de ser desmascarado, decidiu matá-la a tiro numa estrada de terra batida em Saquarema.

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