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Transparência Internacional escreve ao Governo pedindo que não pressione OCDE sobre corrupção

João Paulo Batalha, presidente da associação Transparência e Integridade

Catarina Guerreiro

João Paulo Batalha, presidente da associação Transparência e Integridade, diz ao Expresso que o “arrufo do Governo com a OCDE é mais próprio de regimes autoritários do que de democracia aberta” e pede um debate alargado sobre o tema

Três dias depois de o Expresso ter noticiado que Governo e Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) estão às turras por causa da corrupção, que surge pela primeira vez em foco num relatório da organização sobre a economia portuguesa, que está a ser preparado pela mão da equipa do ex-ministro Álvaro Santos Pereira, o tema volta a aquecer a agenda mediática.

A associação Transparência e Integridade enviou esta terça-feira uma missiva ao Governo, dirigida ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva (que tutela a representação portuguesa junto da OCDE, em Paris), pedindo-lhe que não interfira no trabalho dos avaliadores da organização e que, em vez de pressões de bastidores, promova uma ampla discussão pública sobre o combate à corrupção. E, em declarações ao Expresso, João Paulo Batalha, presidente da Transparência e Integridade, diz que o “arrufo do Governo com a OCDE é mais próprio de regimes autoritários do que de democracia aberta”.

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