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“Fechaduras”, o garganta funda de Tancos e das Glock roubadas na PSP

Em janeiro de 2017, a PSP deu pela falta de 57 pistolas que tinham sido levadas do armeiro, em Lisboa. Seis meses depois, Tancos foi alvo do “assalto do século”. Há personagens em comum em ambos os casos

Marcos Borga/Visão

É uma testemunha-chave nos processos de Tancos e das 57 pistolas Glock roubadas à PSP. Ao contrário da esmagadora maioria dos arguidos destes dois casos, Paulo L. decidiu falar às autoridades. Está no entanto por apurar se contou toda a verdade

Hugo Franco

Hugo Franco

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Jornalista

É quase uma lenda no submundo do crime. Todos o conhecem por “Fechaduras”, alcunha que ganhou por ser capaz de abrir todo o tipo de portas com recurso ao mínimo de ferramentas. “Faz lembrar o MacGyver da série dos anos 80. Mas muito do que ele se gaba é só isso: pura gabarolice”, conta um advogado da área criminal que se cruzou com ele na barra dos tribunais.

Nos últimos meses, o seu nome surgiu associado a dois mediáticos processos: o assalto aos paióis de Tancos e o roubo das 57 pistolas Glock do armeiro da PSP.

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