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Tese da PJ: Paulino liderou bando dos dez no assalto a Tancos

Os oito suspeitos detidos segunda-feira na operação Húbris II começaram a ser ouvidos esta terça-feira no Tribunal de Instrução Criminal, em Lisboa. Seriam liderados por João Paulino, que terá escondido as armas roubadas num armazém da família, perto de Tomar

Tiago Miranda

PJ resolveu uma boa parte do mistério do golpe de Tancos. Mas falta ainda deter pelo menos um suspeito que se encontra no estrangeiro. Já para não falar da alegada rede que terá encomendado o material de guerra. Caso tem no total 18 arguidos

Hugo Franco

Hugo Franco

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Jornalista

Micael Pereira

Micael Pereira

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Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

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Jornalista de Sociedade

Um ano, cinco meses e 17 dias depois, a PJ resolveu uma boa parte do mistério do assalto a Tancos. Esta segunda -feira lançou a segunda parte da Operação Húbris (arrogância perante os deuses) e deteve os oito operacionais que na madrugada de 28 de junho de 2017 terão arrombado e levado dos paióis de Tancos granadas − incluindo antitanque −, explosivos de plástico e uma grande quantidade de munições. Faltará recuperar 1450 munições de 9 mm, 30 cargas de explosivos e diversas granadas. Este armamento é suficiente para provocar o descarrilamento de um comboio ou fazer explodir a porta de uma carrinha blindada − e não se sabe em que mãos estão.

A PJ concluiu que o assalto foi planeado e montado por João Paulino, um ex-fuzileiro que seria informador da GNR de Loulé e da PJ militar e que terá recrutado os operacionais no submundo do tráfico de droga, onde tem várias ligações. Sobretudo no centro e sul do país. Paulino é de Albufeira mas geria um bar em Ansião. E foi detido no final de setembro na primeira fase da operação Húbris, encontrando-se em prisão preventiva. A medida de coação foi renovada esta semana pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa.

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