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Nova Iorque deixa vários alertas e oito perguntas que os consumidores devem fazer às bolsas de criptomoedas

Chesnot/ getty

Falta de transparência, segurança e integridade são alguns dos alertas da Procuradoria de Nova Iorque em relação às bolsas de criptomoedas, num relatório divulgado esta terça-feira que destaca a manipulação de preços e conflitos de interesses como riscos para os consumidores. Na Coinbase, por exemplo, 20% das transações são realizadas pela própria plataforma

São habitualmente apelidadas de bolsas, mas ao contrário das tradicionais bolsas de valores não estão registadas junto dos reguladores ou sujeitas a protocolos de segurança, de controlo de mercado, regras de transparência ou de proteção dos consumidores. As plataformas online de transações de criptomoedas como a bitcoin ou a ether foram escrutinadas pela Procuradoria Geral de Nova Iorque num relatório divulgado esta terça-feira, com o intuito de proteger e informar os residentes da cidade norte-americana que compram e vendem estas moedas digitais. São mais de 1800 as diferentes criptomoedas transacionadas em termos globais, sendo criadas novas moedas todos os meses, nota o relatório.

E as conclusões fazem soar vários alarmes. Apesar de ser certo e sabido pelos reguladores que muitas bolsas de criptomoedas não conseguem proteger os investidores de manipulação de preços nem evitar que as suas plataformas sejam pirateadas, o atual relatório — que questionou nove das maiores bolsas de moedas virtuais (Bitfinex, bitFlyer, Bitstamp, Bittrex, Coinbase, Gemini, itBit, Poloniex e Tidex) — tem o mérito de ir ao detalhe e comprovar suspeitas de “falta de transparência”.

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