Diário

“Fazemos mais pessoas felizes mudando-lhes o hálito do que mudando-lhes o sorriso”

31 agosto 2018 18:00

A tecnologia mais recente permite identificar as causas da halitose a partir da recolha de uma amostra, cujos gases são identificados e medidos

O problema afeta mais de um terço das pessoas, mas continua a ser tabu. Não se fala da halitose tanto quanto se devia, considera a Associação de Medicina de Proximidade, razão porque realiza no dia 3 de setembro, em Lisboa, uma conferência, a defender: “O Hálito tem de ser Falado, Diagnosticado e Tratado”. Um dos especialistas presentes é o médico Jonas Nunes, que o Expresso entrevistou. Sabe, por exemplo, o que é um nariz eletrónico?

31 agosto 2018 18:00

Filho de uma estomatologista, “capaz de dar resposta” a todo o tipo de problemas apresentados pelos utentes, Jonas Nunes percebeu que o mau hálito era a única patologia a fazê-la vacilar. Seguiu-lhe as pisadas, e, já como dentista, interessou-se pelo problema. Descobriu uma área onde “muito está por fazer”. Demasiadas pessoas sofrem em silêncio, escondendo da própria família um mal que tem remédio, pela vergonha, disse ao Expresso. Especialista em halitose, o médico português destacou-se internacionalmente no diagnóstico e tratamento do problema, sobre o qual vem a Lisboa falar no dia 3 de setembro no Centro Cultural de Belém, no âmbito da conferência organizada pela Associação de Medicina de Proximidade, sobre “Halitose: o Hálito tem de ser Falado, Diagnosticado e Tratado”.

Para o Diretor do Instituto del Aliento, em Barcelona, cujo trabalho se reparte por Roma, Milão, Madrid e Londres, vindo também regularmente a Portugal, é preciso “trazer esta patologia para 2018”. Porquê? “Porque se fala pouco da halitose e não se fala bem”.

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