Neste último mês habituámo-nos a olhar para a maior parte dos nossos familiares, amigos e colegas de escola ou de trabalho através de monitores. Sejam eles de computadores, telemóveis ou tablets. Aumentamos o tempo que estamos em frente aos ecrãs mas, curiosamente, os mais novos não estão a fazer mais videochamadas ou a enviar mais mensagens escritas do que faziam antes. Quem o diz é João Faria, psicólogo clínico especialista em Dependência da Internet e de Cyberbullying.
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