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Propinas zero? Não pagamos

Sempre que se fala em propinas surge, de forma quase pavloviana, a expressão “não pagamos, não pagamos”. É velha a luta dos estudantes contra as propinas. Tão velhas que aqueles que, no início da década de 90, deixaram a cabeça em água a Couto dos Santos ou Manuela Ferreira Leite, há muito que já não são estudantes. Mas o espírito está lá e regressou esta semana, pela voz de Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que defendeu o fim das propinas no prazo de uma década. Marcelo Rebelo de Sousa concordou com a ideia e o debate ficou lançado. Só não teve maior projeção porque foi, em parte, atropelado pela espuma mediática da guerra de audiências nos programas da manhã e dos telefonemas presidenciais.

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