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Expresso

Nysse Arruda Sailing

Travessia do Atlântico num catamarã sem cabine

O catamarã sem cabine, Picolé, no qual os velejadores brasileiros Beto Pandiani e Igor Belly seguem pelo Atlântico Sul

MAristella Colucci

Nysse Arruda

Os velejadores brasileiros Bet Pandiani e Igor Belly já somaram 1.000 milhas de navegação no Atlântico Sul a bordo de um catamarã sem cabine, o Picolé. A falta de ventos nos últimos dias impediu um maior avanço e a dupla encontra-se na latitude de Angola. Desde a partida na Cidade do Cabo, os velejadores encontraram mau tempo e agora enfrentam calmarias. A rota ainda é longa, até Ilhabela, na costa norte de São Paulo, no Brasil.

A Travessia do Atlântico é um verdadeiro teste de resistência para Beto Pandiani e Igor Bely que estão cruzando o oceano desde a Cidade do Cabo (África do Sul) até Ilhabela (Brasil), a bordo de um catamarã sem cabine. As primeiras 1.000 milhas já foram ultrapassadas e o veleiro está na latitude do trópico de Capricórnio, um pouco acima da latitude do litoral norte de São Paulo, destino final da aventura.

Depois de partir do sul do continente africano com frio na semana passada, os dois apanharam muito calor durante o dia de hoje. Os ventos caíram nas últimas 48 horas e no mapa, que pode ser acompanhado em tempo real pelo site travessiadoatlantico.tumblr.com, o avanço foi pequeno. Porém, segundo o último relato de Beto Pandiani, o barco veleja com mais velocidade.

"O vento voltou e já estamos novamente no caminho de casa. Comemorámos nossas primeiras 1.000 milhas náuticas. Estamos com condições boas agora. O calor é intenso e quando o sol está em cima de nós, haja protetor solar! As noites continuam frescas e até faz um friozinho gostoso, mas a água também esquentou e está com um tom de azul indescritível", disse Beto Pandiani, que aproveitou a calmaria do dia anterior para arrumar o veleiro e tomar o primeiro banho em uma semana.

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