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Zuckerberg como Gutenberg

Hoje em dia, só conseguimos associar luz e civilização à invenção da impressão de livros. Somos criaturas criadas debaixo do livro impresso, um bem de consumo popular e que popularizou o acesso ao saber. Aquilo que era um bem raro, elitista e feito à mão (livro) passou a ser algo de fácil acesso a todos. Tudo ótimo, não é? Não. A intolerância e a violência das guerras religiosas pré-Vestfália (1648) não se compreendem sem a popularização do livro. Católicos e protestantes usaram esta nova arma (livro barato e impresso) para – já adivinharam – criar “fake news” sobre o outro lado da barricada.

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