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Valete: “Eu queria mudar o mundo, mas não visitava a minha avó. Queria mudar o mundo e não fazia a cama”

Valete
Valete
Rita Carmo

“A certa altura, tive ligação a uma esquerda mais combativa e o meu rap refletia-o. Este espírito revolucionário é perigoso quando é megalómano. Eu também era dos gajos que queria mudar o mundo, mas a minha avó apenas pedia um telefonema e eu [estava ocupado a] querer mudar o mundo”. No Posto Emissor, Valete fala sobre a necessidade que sente agora, antes de tudo, de “olhar para dentro”

O rapper Valete reconheceu, no podcast Posto Emissor, a necessidade de “olhar para dentro” antes de, tal como aconteceu a dado momento da sua vida, querer “mudar o mundo”. “A certa altura, tive ligação a uma esquerda mais combativa e o meu rap refletia-o. Este espírito revolucionário é perigoso quando é megalómano”, começa por dizer.

“Eu também era dos gajos que queria mudar o mundo, mas a minha avó, nos últimos anos de vida, apenas pedia um telefonema, que eu a visitasse, e eu [estava ocupado a] querer mudar o mundo e não visitava a minha avó”, acrescenta, “queria mudar o mundo e não fazia a cama”.

Ouça a resposta completa a partir dos 7 minutos e 34 segundos.

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