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Expresso

Maria Romero

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  • Estamos condenados? O prazo para salvar a Terra termina em 2030

    Multimédia Expresso

    Tique-taque tique-taque, o relógio está a contar. A catástrofe climática parece inevitável e o mundo “está a falhar em travá-la”, como afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, na Conferência da ONU sobre Alterações Climáticas (COP24) em Katowice, na Polónia. Se não se tomarem medidas ambiciosas nos próximos 12 anos para limitar a subida média global da temperatura a não mais de 1,5° C até ao fim do século, os cenários que se anteveem revelam um planeta muito diferente daquele em que vivemos. Para a maioria dos que leem estas linhas, a catástrofe pode parecer longínqua mas é já uma fatalidade para muitos. E como disse em 2016 o então secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon: “Não existe um plano B, porque não temos um planeta B”

  • Nove histórias que nos explicam bastante sobre a vida e muito sobre os óscares

    Cultura

    Marta Gonçalves, Soraia Pires e Maria Romero

    Vem aí uma das noites mais sofisticadas do ano: os óscares celebram-se esta noite e há nove candidatos à estatueta principal - melhor filme. Explicamos o que há de distinto em cada um destes nove e por que motivo o cinema ainda é uma das vias mais nobres para perceber de que é que nós todos somos realmente feitos. E nem sempre somos feitos de matéria nobre - e há filmes que ainda têm a coragem de nos expor isso

  • “Uma celebração da humanidade”: as cinco canções originais que concorrem ao óscar

    Cultura

    Mariana Lima Cunha e Maria Romero

    Nestas canções cabe de tudo: há as que só aparecem durante os créditos, a oferecer um final épico à película que acompanham, e as que marcam presença durante a história, como se dela fizessem parte, mais uma personagem no meio das outras. E nestas canções cabem histórias muito diferentes, mas com um sentimento sempre presente: são histórias de diversidade e de inclusão, histórias que mostram como o ódio nunca vinga e o amor e a memória tomam o seu lugar. Quando este domingo for anunciada a escolha para melhor canção original do ano, estas serão as concorrentes. Vale a pena ouvi-las

  • As mãos na água, a cabeça no mar

    Surf

    O título do livro de Mário Cesariny podia ser um dos lemas da vida de Frederico Morais. Ele tem as mãos na água de cada vez que toca na prancha, no fato, num abraço ao pai ou no cabelo com sal e aloirado pelo sol. Que são muitas vezes, porque a cabeça de Kikas está sempre no mar e nas ondas desde que a mãe, à beira da água, o viu, pela primeira vez, a pôr-se de pé na prancha, aos 7 anos

  • Mexe os pés, João

    Arquivos Expresso

    Um rapaz saiu de casa aos 15 anos e foi para a Catalunha à procura de um sonho. Levou com ele a determinação, o talento e os conselhos de quem ficou para trás, a vê-lo crescer à distância de um telefonema Neste fim de semana em que nos despedimos de um ano e nos preparamos para outro, o Expresso republica histórias, reportagens, conversas, narrativas, dúvidas, considerações, certezas e revelações que fizeram de 2016 um ano preenchido. Todos estes artigos são publicados tal como saíram inicialmente

  • As categorias invisíveis dos óscares que andamos a menosprezar (mas não devíamos)

    Cultura

    Há um certo desapreço por algumas categorias dos óscares – a começar pela própria Academia, que as anuncia aceleradamente e sem afeto durante a cerimónia. Sabe a diferença entre mistura e edição de som? Compreende a relevância da cenografia? Já ponderou nos mistérios da caracterização? Entende a sensibilidade da fotografia de um filme? É aí e em categorias identicamente desconsideradas dos óscares que habitam tantos dos mistérios do ofício de construir um filme. Foi o que aprendemos a elaborar este trabalho que agora partilhamos consigo: fomos ter com profissionais destas áreas do cinema em Portugal e descobrimos os segredos e as astúcias da gente invisível em que raramente pensamos quando contemplamos um filme. Venha daí: é provável que fique a estimar ainda mais o cinema

  • Os portugueses dos países improváveis

    Sociedade

    Pode não ter reparado, mas andámos a viajar ao longo das últimas duas semanas: fomos ao Camboja, a Omã, ao Laos, ao Haiti, ao Cazaquistão. Experimentámos ainda a República Centro-Africana, o Vietname, a Costa do Marfim, a Malásia e a Costa Rica. Há quem viaje de barco, outros de avião, uns de bicicleta e certamente de carro, mas também se viaja com palavras: foi o que fizemos entre o Natal e o ano novo no site do Expresso, guiados por 10 emigrantes que vivem em territórios improváveis - países em que quase não há portugueses. Fomos atrás dos sonhos deles e saímos a sonhar com eles, a cobiçar-lhes a coragem e a prezar-lhes as histórias. São relatos em países em guerra e outros em paz, em países paradisíacos e outros excêntricos. São os portugueses dos países improváveis – agora reunidos num só artigo, porque há viagens que não podem passar despercebidas

  • As “omissões” à esquerda que Cavaco quis saber

    Política

    A propósito dos entendimentos à esquerda, Cavaco nem lhes chama acordos - chama documentos, “distintos e assimétricos”. São muitas as dúvidas do Presidente sobre o que foi assinado entre PS, PCP, BE e Os Verdes e referem-se a questões que Cavaco entende estarem “omissas” nos “documentos” - cabem em seis pontos, aos quais o PS já respondeu. Listamos e analisamos o que o chefe de Estado questionou